31 de março de 2009

Tela de LCD maior e mais econômica

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 9:10

Empresas do setor apostam em tecnologia ambiental para ganhar mercados. O custo em P&D é alto, mas as vendas compensam. 

 

Quanto maior a TV, mais cara ela é e mais energia ela gasta. A primeira parte dessa máxima do século 20 permanece verdadeira; a segunda, graças ao cristal líquido e ao plasma (que substituíram o tubo), não corresponde mais à realidade. O filão das telas ultrafinas cresce a taxas bastante interessantes: em 2008, 84% de todos os televisores vendidos no Brasil eram de LCD ou plasma. E a indústria investe pesado, ano após ano, para refinar a qualidade dos aparelhos e aumentar a margem de lucro. Capitalismo, claro!

 

O problema é que os consumidores querem TVs cada vez maiores: 32, 40, 50, 70 polegadas. Verdadeiros cinemas na sala de estar. Com isso, a segunda parte da citada máxima volta a ser uma questão importante, porque o consumidor também quer um produto econômico (por causa da conta de luz no final do mês e, sobretudo, pela pressão social e ecológica destes tempos).


Pensando nisso, a Samsung está lançando uma família nova de TVs de LCD. E garante que elas gastam 40% menos energia do que os LCDs convencionais. Com 40, 46 e 55 polegadas, têm pouco mais de 1 cm de espessura e vêm com painéis traseiros (os chamados backlit panels) livres de mercúrio.


Evidentemente, por trás da preocupação ambiental da Samsung (que é fundamental) está um programa feroz de distanciamento do mercado regular de flat TVs, chamando a atenção do mercado consumidor para um produto novo e “responsável”. Essa é uma estratégia de muitas companhias (não apenas de tecnologia): criar uma aura mais “humana” sobre seus produtos.


Os principais institutos de pesquisa (aqui e alhures) indicam que trabalhar atrelado à consciência do consumidor rende frutos no curto prazo. E é a aposta dos coreanos da Samsung, como também de dezenas de outras empresas de tecnologia ao redor do mundo. Portanto, a máxima deste terceiro milênio parece ser esta: “Companhias que percebem as mudanças de comportamento dos clientes antes das rivais de mercado ganham uma fatia especial do bolo”. 

30 de março de 2009

Cadê o fazendeiro?

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 12:34

Site reúne produtores dos Estados Unidos e funciona como uma espécie de Facebook ou Orkut entre eles e seus consumidores.

Chama-se Find the Farmer e está se transformando em um canal de relacionamento dos mais interessantes. A ideia é de um ex-executivo “dotcom” que se estressou com a boçalidade de sua função no mundo virtual e resolveu criar algo que afetasse positivamente o cotidiano das pessoas.

Há seis anos, Josh Dorf adquiriu, da Unilever, a marca Stone-Buhr, que produz, entre outros grãos, principalmente farinha de trigo. Ele sempre tivera um pé no campo - desde menino - e queria voltar às origens da família. Pouco tempo depois, percebeu que, diferentemente do que ocorria no começo do século passado e até a década de 1950, os consumidores já não sabiam de onde vinha o alimento que serviam para seus filhos.

Era preciso “apresentar” os produtores a seus clientes. Para isso, criou o site de relacionamento, que reúne dezenas de fazendeiros dos estados de Washington e Oregon. E a experiência de Dorf na Internet foi fundamental para que ele não perdesse tempo com tacadas erradas.

Esse tipo de comunidade está na moda e é chamada de “traceability”. A palavra não tem um correspondente em português, mas, neste caso, representa a capacidade de rastrear um produto com o objetivo de melhorar a sua logística.

Empresas de bananas, chocolates e outros tipos de alimento já experimentam o uso da tal traceability para ampliar mercados - inclusive usando  Internet. Mas o que Josh Dorf fez é único: uma rede social que leva o consumidor até o fazendeiro. A partir do momento que ele compra um produto, basta entrar no site e digitar o código do lote daquele produto.

Em instantes, fica-se sabendo de que fazenda ele é proveniente, quando foi colhido, quando foi ensacado, os pormenores sobre uso de implementos agrícolas antes da colheita, os conservantes, as políticas de gestão da empresa, se usa sementes transgênicas, se tem política de responsabilidade ambiental etc. O internauta pode fazer perguntas via e-mail para os fazendeiros e até marcar visitas monitoradas às fazendas.

“Não é apenas um canal que melhora a relação do consumidor com o alimento”, diz Dorf. “Não é uma questão puramente gastronômica, mas de respeito a esse consumidor”. Ele se refere ao fato de que, quando sabem que estão sendo monitorados mais de perto, os produtores tendem a ser mais transparentes e tomar mais cuidado com toda a cadeia produtiva.

O Congresso americano também está de olho nessa nova ferramenta de comunicação via Internet para um outro objetivo: diminuir o impacto que certas crises no setor agrícola podem causar. O caso mais recente de pandemônio na economia agrícola norte-americana diz respeito à chamada “Crise da Salmonella” na produção de amendoins. Os boatos a respeito da bactéria (a maioria absolutamente infundada) derrubaram as vendas e deixaram um rastro de destruição no campo.

A companhia que Dorf dirige, a centenária Stone-Buhr, com base em San Francisco, quer mudar para sempre o cenário agropecuário norte-americano. Levando-se em consideração o atual crash econômico mundial e a necessidade de aumentar os níveis de emprego nos Estados Unidos (promessa de campanha do presidente, Barack Obama), parece que Dorf é o homem certo, com a ideia certa, no momento certo.

29 de março de 2009

O Wall-E já está entre nós?

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 10:09

Robô trabalha 24 horas, aumenta produtividade, diminui acidentes e se torna diferencial para as empresas de distribuição.

Quem assistiu a Wall-E, um dos mais recentes blockbusters digitais da Disney/Pixar iria se identificar na hora. Nos 100 mil metros quadrados de um galpão em Denver (EUA), pertencente a uma das líderes mundiais do setor de material para escritório, a Staples, seres humanos não são bem-vindos.

Pelos corredores, e atravessando as estantes do imenso warehouse - algumas com mais de 10 metros de altura -, apenas robôs alaranjados. São, ao todo, 150 e se movimentam freneticamente, buscando produtos e levando-os até a expedição. E os pedidos são enviados até esses incansáveis operadores mecânicos por e-mail, graças a uma interface que “fala” quase todos os idiomas - PC, Mac, Linux etc.

Desde que foi criada, em 2005, a Kiva, empresa fabricante dos robôs (ou bots, como são chamados pelos clientes), vendeu mais de 2 mil unidades. A missão dos bots é aumentar a produtividade, evitar acidentes comuns quando pesadas máquinas são operadas por seres humanos e permitir que as empresas possam trabalhar continuadamente, o que também significa prazos menores e um incremento da capacidade de competir por novos mercados.

“Os robôs da Kiva estão para a distribuição de produtos como o PC esteve para o mainframe”, sugere Laurence Plourde, vice-presidente da Staples, uma das empresas norte-americanas que mais investem em mecanização logística. A Kiva, com sede em Boston, trabalha, agora, para diminuir o tamanho de sua criação e formar uma ‘família de bots’ - capazes de cumprir tarefas que requeiram ainda mais agilidade em espaços exíguos, como centrais postais, por exemplo.

Os bots da Kiva em ação no galpão de produtos da Staples, gigante norte-americana do setor de material para escritório

Os bots da Kiva em ação no galpão de produtos da Staples, gigante norte-americana do setor de material para escritório

É a realidade do mercado imitando a ficção - até na cor.

28 de março de 2009

O cérebro humano, gene a gene

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 8:48

 

Pesquisadores estão desvendando neurônios específicos. Trabalho pode gerar novos medicamentos e baratear custos de pacientes, hospitais e laboratórios.

Trabalho no Allen Institute tem muita tecnologia, mas a dissecação de partes do cérebro precisa ser feita à moda antiga.

Trabalho no Allen Institute tem muita tecnologia, mas a dissecação de partes do cérebro precisa ser feita à moda antiga.

O Projeto Genoma já decifrou o DNA humano há mais de cinco anos, mas a maior parte do principal órgão do corpo humano segue uma incógnita. “O cérebro é incrivelmente sangrento”, diz Jonah Lehrer, autor de uma reportagem extensa na revista Wired deste mês. Ele esteve na sala de dissecação do Allen Institute for Brain Science, em Seattle (EUA). O grupo de cientistas está realizando experiências inéditas para desvendar cada gene do córtex e definir os neurônios específicos de cada região do cérebro.

É verdade que, visualmente (como a foto acima mostra), o trabalho parece coisa de açougueiro, mas cada fatia do cérebro guarda informações valiosas para que se encontrem, num futuro próximo, curas para doenças tão díspares quanto a esquizofrenia e o autismo.

O que os cientistas estão fazendo é tentando descobrir as reais funções de cada gene - trabalho que resultará no Allen Brain Atlas. Orçado em mais de US$ 55 milhões, o esforço dos especialistas de Seattle pode refletir em tratamentos mais conclusivos para diversos males que afligem o ser humano - e também menos custosos para pacientes, hospitais e laboratórios.

Muito do dinheiro envolvido no projeto foi alocado na aquisição, adaptação e construção de robôs (os chamados “laboratory robots”), cujo trabalho 24 horas equivale ao de uma centena de laboratoristas durante vários anos. Graças à cibernética, o trabalho dos cientistas deve demorar cerca de 20 meses para ser concluído. A cada dia o instituto produz mais de 1 terabyte de informação nova - só para comparar, todo o Projeto Genoma não produziu mais que 3Gbytes de dados.

É a imensidão do cérebro humano sendo, finalmente, revelado.

 

 

27 de março de 2009

Computador com sexto sentido!

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 11:44

O famoso Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) apresentou, no começo de março, um aparelho que vai mudar o mundo.

câmera integrada, headfones e minicomputador conectado à Internet

O aparelho no pescoço de seu criador: câmera integrada, headfones e minicomputador conectado à Internet

O aparato ainda se parece com uma bugiganga dos anos 90, mas o que é capaz de fazer impressiona logo à primeira vista. Trata-se de um minicomputador, pendurado no pescoço, capaz de projetar e capturar imagens e que interage com os movimentos de mão do usuário.

Com sensores acoplados na ponta dos indicadores e polegares é possível tirar fotos apenas enquadrando, com as mãos, o que se quer fotografar. Também é possível projetar, por exemplo, o teclado de um celular na palma da mão e fazer uma ligação – o aparelho também tem fones de ouvido.

Ainda em fase de testes no MIT, o Sixth Sense Wearable Computer (em português, algo como “computador para vestir com sexto sentido”) dá ao usuário uma capacidade única de tomar decisões em seu dia-a-dia. Na palestra que reuniu estudantes e jornalistas, na sede do MIT, em Massachussets, a pesquisadora Pattie Maes, que gerencia o projeto, deu dois exemplos práticos.

No primeiro, em um supermercado, Pranav Mistry, aluno indiano do MIT e o gênio por trás da tecnologia do Sixth Sense, examina produtos. Cada vez que ele pega um produto, os sensores entram em ação. A câmera ‘analisa’ o produto (graças à conexão via Internet) e ‘diz’ ao consumidor se aquela é uma boa escolha. O sistema leva em consideração uma série de conceitos previamente estabelecidos pelo usuário, como características físicas do produto, se ele é ecológico, se é o mais barato, se a garantia é maior que a dos concorretes etc.

No segundo exemplo, Pranav lê o jornal e imagens são projetadas a respeito do assunto que ele está lendo. Se a notícia é sobre o novo pacote econômico de Barack Obama, surge um vídeo com o presidente falando sobre o pacote. E os vídeos podem ser projetados em qualquer lugar: uma parede, a capa de um caderno e até outra pessoa.

Esta última, diga-se, é a mais polêmica função do Sixth Sense. Ao apertar a mão de um colega de MIT, Pranav projetou sobre a camiseta do amigo dados sobre ele: nome completo (caso tenha se esquecido…) e últimos posts do blog pessoal. A tecnologia é perfeita para encontros de executivos, pois o sistema captura as informações do interlocutor e cria cartões de visita virtuais. A agenda telefônica está sempre disponível e é atualizada toda vez que um novo rosto e um novo “cartão pessoal virtual” é agregado.

Claro que ainda faltam ajustes no aparelho – e um pouco de cuidado com o design -, mas parece que o mundo, e a interação entre as pessoas, vai mudar bastante com a nova tecnologia do MIT. Do jeito que foi apresentado, o Sixth Sense tem preço de mercado em torno de US$ 350. E os apalusos efusivos após a palestra de Pattie já dão bem a noção do sucesso de público que o produto pode ter.

Pattie Maes faz a apresentação do Sixth Sense. Na tela, aparelho projeta teclado de celular na palma da mão do usuário; é só 'discar' e falar...

Pattie Maes faz a apresentação do Sixth Sense. Na tela, aparelho projeta teclado de celular na palma da mão do usuário; é só 'discar' e falar...

25 de março de 2009

2Gbytes na ponta do dedo, literalmente

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 16:32

Programador de computadores finlandês, que sofreu acidente de moto, criou prótese com pen drive para dedo da mão esquerda.

Trata-se, com certeza, de um finlandês amalucado. Jarry Jalava tem 29 anos de idade e, no começo de 2008, sofreu um acidente de moto que lhe rendeu, além de uma série de escoriações, a perda de parte do dedo anelar esquerdo. Programador de computadores, ele precisava de uma prótese – o mais rápido possível, evidentemente – para voltar à ativa. Mas o que podia ter se tornado apenas mais uma história de um homem e seu desafio de vida acabou se transformando em um case de tecnologia sem precedentes.

Jerry resolveu aproveitar o infortúnio para criar um gadget absolutamente radical: implantou, na ponta da prótese do dedo, uma unidade flash com 2 Gbytes de capacidade. O pen drive está sempre à disposição de seu mestre, que trabalha com um notebook em parte considerável de seu tempo. Ele voltou a trabalhar e, agora, está ainda mais ágil do que de costume!

24 de março de 2009

Fusão a frio: energia limpa e ilimitada

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 14:38

A tecnologia que permite criar energia gratuita e ecológica pode sair dos almanaques de ficção e surgir na linha do horizonte.

Parece que agora vai! A fusão a frio, uma pseudo-maluquice que fez as vezes de “pedra filosofal” do século 20, pode estar (mesmo) saindo da prancheta dos físicos e ganhando liberdade. 

O mais curioso é que o grande momento da fusão no século passado, que aconteceu mais precisamente em 1989, teve como palco o mesmo estado norte-americano que, agora, volta a falar sobre o assunto: Utah.

Naquela época, Martin Fleischmann e Stanley Pons fizeram barulho com sua teoria de energia limpa, gratuita e ilimitada finalmente ao alcance dos cientistas. Mas os resultados foram contestados (e bem contestados) por físicos nucleares, e a dupla caiu no esquecimento, foi ao limbo depois de quase atingir o paraíso.

Agora, uma equipe da Califórnia, capitaneada pela cientista Pamela Mosier-Boss, do Space and Naval Warfare Systems Command (SPAWAR), parece ter descoberto a equação certa. O trabalho da equipe foi apresentado no último dia 23 na conferência de inverno da American Chemical Society, em Salt Lake City, Utah.

Se ela estiver certa, a descoberta marcará a história da humanidade para sempre. O grande desafio para uma série de mudanças no planeta diz respeito, exatamente, à energia – seus custos, a impossibilidade de levá-la a alguns pontos fundamentais do globo, a atual escassez de várias formas de energia no começo do terceiro milênio.

Energia renovável, limpa e de graça é tudo que o planeta precisa para ter esperanças de um futuro pleno. A fusão a frio significaria que a água potável do mundo estaria, finalmente, salvaguardada e deixaria de ser usada para produzir energia (seria o fim, por exemplo, das barragens de hidrelétricas, que tanto mal causam ao meio ambiente e que desviam cursos de rios indiscriminadamente). E é sabido que a grande batalha do futuro terá como um de seus elementos essenciais a luta pela água. Só por evitar um acontecimento tão apocalíptico como esse, a tecnologia da fusão já estaria mais do que paga.

20 de março de 2009

Saci 2.0, o bombeiro cibernético

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 17:20

Equipamento 100% brasileiro foi concebido para ajudar no combatre a incêndios urbanos, mas também vem sendo usado na irrigação de lavouras.
Ele se assemelha a um tanque de guerra - o que não deixa de ser uma boa referência, pois precisa mesmo aguentar o tranco. O robô nacional Saci, sigla de Sistema de Apoio ao Combate a Incidentes, desenvolvido pela empresa Armtec, de Fortaleza (CE), é um sucesso de crítica (aqui e lá fora) e já está na terceira versão.

Concebido originalmente para combater incêndios, o robô tem autonomia mínima de três horas ininterruptas de funcionamento e vem sendo usado também em projetos de irrigação, principalmente na aplicação de pesticidas em locais de difícil acesso e que representem risco para a ação do homem. O modelo brasileiro de combate a incêndios tem algumas vantagens em relação aos similares existentes no mercado mundial. Além de lançar jatos d’água com até 4.200 litros por minuto, o que representa potência 21 vezes maior do que a dos outros, o Saci suporta 100 graus a mais de temperatura em seus circuitos eletrônicos e pode girar até 360 graus sobre o eixo - o que significa mais agilidade.

O robô Saci 2.0 foi o vencedor, em 2005, do Prêmio Finep de Inovação Tecnológica na etapa Nordeste, concedido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) do Ministério da Ciência e Tecnologia.

19 de março de 2009

Robôs que fazem a colheita

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 18:52

Missão do MIT é aumentar a produtividade (acelerando a coleta) e diminuir a porcentagem de frutos danificados.
 


A ideia surgiu da mente criativa de Nikolaus Correll, doutoranda de Robótica do EECS (o departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação do MIT). Ela criou, em conjunto com a professora Daniela Rus, um robô para colher os tomates de sua plantação indoor. Não que Nikolaus prefira tomates a batatas ou bananas, mas o projeto precisava de arbustos de tamanho médio, que se encaixassem nas medidas do robô por ela desenhado.

As razões de ser do colhedor cibernético são o fato de que ele não para em momento algum de colher os tomate e também porque ele é muito mais cuidadoso (como se vê na foto) do que um humano na tarefa. Isso significa menor tempo para o produtor levar sua produção até o mercado consumidor e sensível diminuição de frutos atirados ao lixo antes mesmo de ser ofertados ao público.

Por enquanto, trata-se de objeto de estudo no laboratório do MIT, mas o projeto já arrebanhou a atenção de uma série de empresas de agricultura (as gigantes do setor de alimentos). Ao que parece, este Wall-E dos campos pode ser o futuro próximo e, literalmente, a salvação da lavoura.

18 de março de 2009

Seja bem-vindo ao Futuro.com

Arquivado em: Planeta Inteligente planetainteligente - 17:58

 

Este é um espaço, dentro do hotsite Planeta Inteligente, que falará sobre tecnologia de uma forma diferente. A missão do Futuro.com é jogar luzes sobre o que de mais moderno se está criando no mundo  - modernidade que, além de encher os olhos, também faz diferença na vida das pessoas. Além disso, o Futuro.com publicará, diariamente, notícias sobre grandes oportunidades de negócios associadas ao cybermundo, com ênfase, sobretudo, na diminuição de custos e na substituição de tecnologias agressivas ao meio-ambiente por soluções novas e responsáveis.

O melhor em logísitica, engenharia, arquitetura, cibernética, biotecnologia, medicina e demais áreas em que o acúmulo de informação cria um mundo diferente, mais dinâmico, mais inteligente, mais consciente… e com mais futuro. Seja bem-vindo.

Equipe do Planeta Inteligente